quinta-feira, 13 de setembro de 2007

Soneto de repente

Puxe uma cadeira, se achegue mais perto
Pra ouvir tudo isso em que eu vivo pensando
É uma tal mistura de errado e de certo
É o som dos lugares por onde eu ando

Quem sabe eu consigo casar de repente
A tua cadência com a minha toada
Que sem parceria, a vida da gente,
Pois é, paciência, não vale de nada

Então senta aqui e me fala com calma
Dá corda pro assunto, desenvolve o tema
Colocado em verso num simples soneto

Então cê vai ver lá no fundo da alma
Por mais que sozinho se faça um poema
Fica mais bonito cantado em dueto

3 comentários:

dida disse...

eu j� sabia!!! rs

Arlete disse...

Simplesmente lindo...

Pekena disse...

Eu já desconfiava que tinha uma amiga poetisa, agora tenho certeza! Parabéns Van!!! Bjo, bjo